quarta-feira, 21 de março de 2007

In-vestidas II

O espetáculo "somos todos anjos... caídos ou não", prática da tese doutorado de Magha Vine, a diretora do mesmo, também teve figurino de André Lima.

Neste espetáculo participativo com um "que" de instalação, que revoga Sartre ao afirmar que, na atualidade o inferno NÃO são os outros, somos nós mesmos. Carregando conosco anjos e demônios, internos, secretos. Vultos humanos cambiando entre as dualidades da vida.

O espetáculo, com aproximadamente 2 horas de duração, aconteceu na casa de cultura, de quinta a domingo, as 9 horas.

Teve apoio da casa de cultura e da UEL.



domingo, 18 de fevereiro de 2007

OFICINA - JOINVILLE TAKE 3


Terceiro e último dia da oficina.

Mais que um espaço para o exercício da criação, a oficina foi um lugar de troca e de auto-conhecimento, foi uma experiência maravilhosa, pessoas queridas e extremamente criativas, cada um com seu trabalho, com suas especificidades, enfim, o grupo foi muito bacana, o que rendeu um trabalho muito prazeroso. Obrigado a todos e valeu por contribuir para nosso trabalho, nossa experiência, nossa vida.

grupo porão


*foto de Eneas Lopes, que esteve estes três dias acompanhando o trabalho e enriqueceu-o ainda mais.

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2007

OFICINA - JOINVILLE TAKE 2



Foto do segundo dia da oficina. Exercícios trabalhados em busca de um estado corporal extra-cotidiano; trabalhando com a dilatação corporal, equilíbrio, ritmo, tempo e espaço, através da experimentação do Teatro-Dança Butoh.
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Novamente, foto de Enéas Lopes.

OFICINA - JOINVILLE


Primeiro dia de oficina... dinâmicas de dança contemporânea... saltos, giros, quedas, rolamentos... seqüências de movimento, partituras... etc etc etc


A foto é do fotógrafo Enéas Lopes, de Joinville.

sexta-feira, 9 de fevereiro de 2007

Projeto Ateliê de Criação Artística


Projeto Ateliê de Criação Artística Grupo Porão – Londrina/PR


Oficineiros: Luis Carlos Zabel e Karine Spuri


Oficina: movimento e improvisação


A oficina propõe oferecer exercícios de preparação e conscientização corporal, dinâmicas de dança contemporânea e utilização do movimento expressivo e improvisação, visando gerar estados corporais extra-cotidianos, para a criação de cenas, a partir de pesquisa corporal, leitura de fragmentos de textos e de imagens no jogo corpo-espaço-tempo, utilizando como base pesquisas acadêmicas e estudos teórico-práticos. A oficina será voltada para atores e bailarinos e será focada na criação cênica a partir de imagens e partituras corporais.


de 14 a16 de fev. 2007
na cidadela cultural antarctica
a partir das 19h


Contato: (47) 3434-0303 Joinville – SC
grupoporao@hotmail.com

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

In-vestidas


No grupo contamos com a colaboração de dois graduandos do curso de Estilismo e Moda, também da UEL; André Carriel e Ariane Takagui. Recentemente, ambos dividiram a assinatura do figurino do espétaculo "Foi Tarde", montagem de formatura da sexta turma de Artes Cênicas, com direção de Thais D'Abronzo; inspirado em "A Morta" de Oswald Andrade.


O espetáculo estreou em 24 de Novembro de 2006.


mais infomações no site:



http://www.bonde.com.br/canais/canaisd.php?oper=agenda&materia_id=1666

domingo, 16 de abril de 2006

Luz e Encenação

A luz é um dos elementos teatrais que instigam e sua utilização no espetáculo vai muito além de tornar visível o que está posto em cena, ela tem suas funções, estética, poética, semiológica e dramatúrgica.

A iluminação é um dos elementos teatrais que atualmente tem sido muito valorizado, uma vez que, a partir do pensamento Wagneriando, onde o espetáculo teatral é entendido como uma “obra de arte total”, ou segundo Adolph Appia, “obra de arte viva”, a luz deixa de ser vista apenas como um meio técnico que torna a cena visível ao público, para ser entendida como um dos elementos teatrais que participa na construção de sentido da cena, ou seja, é também um veículo de comunicação e expressão.

A criação e a manipulação da luz é um trabalho técnico, baseado em experimentações, mas também um trabalho poético, uma vez que a luz age na percepção do espectador. A necessidade de se entender a luz enquanto um elemento sensível torna-se importante, uma vez que o “pensar” a luz num espetáculo contribui para a encenação bem como para a Arte Cênica no contexto geral.


Para saber mais leia o artigo: "O claro e o escuro e o escuro de nós mesmos" escrito por karine spuri, integrante grupo porão, no link:

http://www.antaprofana.com.br/materia_atual.asp?mat=253